R. do Rosário, 103, 9º andar - Rio de Janeiro - RJ 21 2505-0550 21 2505-0565 21 99400-2457

Nossos Serviços

Conheça Nossos Serviços

  • PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
    • O PCMSO tem caráter preventivo, visando principalmente rastrear, detectar e impedir o desenvolvimento de doenças profissionais.

      Ele é definido pela Norma Reguladora nº 07 (NR7).

      A elaboração e coordenação do programa é feita por um MÉDICO DO TRABALHO que assume total responsabilidade técnica.

      No contexto do PCMSO estão inclusos:

      • EXAMES MÉDICOS: Admissionais, periódicos, demissionais, retorno ao trabalho e troca de função.
      • EXAMES COMPLEMENTARES: Exames laboratoriais, audiometria, exames radiológicos, acuidade visual, eletrocardiograma, eletroencefalograma, etc.
      • RELATÓRIO ANUAL: Balanço anual das atividades realizadas e projeção para o ano seguinte

      Leia a NR7

  • PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (NR 9)
    • Este programa através de laudos (medições) registra os AGENTES QUÍMICOS, FÍSICOS e BIOLÓGICOS presentes no ambiente de trabalho.

      A partir daí, são elaborados relatórios onde são sugeridas medidas de proteção individuais e coletivas que visam minimizar ou eliminar estas exposições a que estão sujeitos os funcionários.

      A elaboração e a responsabilidade técnica do PPRA fica a cargo de um Engenheiro de Segurança do Trabalho.

      Leia NR9

  • Exame Clínico (ASO)
    • Como preconiza a Norma Regulamentadora 7 (NR 7) –O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, “todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados”, no regime CLT, estão obrigados a elaborar e implementar o referido Programa. O PCMSO deve realizar exames com as seguintes naturezas:

      • Admissional;
      • Periódico;
      • De retorno ao trabalho;
      • De mudança de função;
      • Demissional.

      Estes exames serão realizados através de “avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional e exame físico e mental” e mais os exames complementares.

  • Exames Complementares
    • Os chamados exames complementares, portanto, são constituídos pelos exames que o médico responsável pelo PCMSO considera necessários para fins de controle ocupacional. São auxiliares do profissional médico para fins de diagnóstico. Por essa razão são considerados complementares. Devem atender as exigências da legislação para fins de elaboração do PCMSO (NR-7), assim como, levar em conta as atividades desenvolvidas pelo trabalhador. São instrumentos da Saúde Ocupacional na empresa e representam ações preventivas e de cuidado com relação a possíveis doenças ocupacionais.

  • PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
    • A Norma Regulamentadora NR-18, estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.

      São obrigatórios a elaboração e o cumprimento do PCMAT nos estabelecimentos com 20 colaboradores ou mais, contemplando o aspecto desta NR e outros dispositivos complementares de segurança.

      Leia NR18

  • PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário
    • O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade que exerce, o agente nocivo ao qual é exposto, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes à empresa.

      O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE, também devem preencher o PPP.

      O PPP deve ser preenchido para a comprovação da efetiva exposição dos empregados a agentes nocivos, para o conhecimento de todos os ambientes e para o controle da saúde ocupacional de todos os trabalhadores.

      Nota: É necessário o preenchimento do PPP, pelas empresas, para todos os empregados. De acordo com a Instrução Normativa/INSS/DC nº 99 de 05/12/2003, após a implantação do PPP em meio magnético, pela Previdência Social, esse documento será exigido para todos os segurados, independentemente do ramo de atividade da empresa e da exposição a agentes nocivos.

      A comprovação da efetiva exposição a agentes nocivos será feita mediante formulário próprio do INSS, o Perfil Profissiográfico Previdenciário, que será preenchido pela empresa ou seu preposto com base em Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, para fins de comprovação da exposição a agentes nocivos prejudiciais à saúde ou à integridade física.

      As cooperativas de produção, em que seus cooperados no exercício das atividades sejam expostos a condições especiais, deverão elaborar o PPP dos cooperados conforme a Instrução Normativa/INSS/DC nº 087, de 27 de março de 2003. O PPP das cooperativas de trabalho serão elaborados com base nas informações fornecidas pela empresa contratante.

      A apresentação do LTCAT será exigida para os períodos de atividade exercida sob condições especiais apenas a partir de 14 de outubro de 1996, exceto no caso do agente nocivo ruído, que exige apresentação de laudo para todos os períodos declarados.

      Quando houver o desligamento do empregado, a empresa é obrigada a fornecer uma cópia autêntica do PPP ao trabalhador, sob pena de multa, caso não o faça.

      Observação: De acordo com a Instrução Normativa/INSS/DC nº 99, de 05/12/2003, a partir de 1º de janeiro de 2004 a comprovação do exercício de atividade especial será feita pelo PPP, emitido pela empresa com base em laudo técnico de condições ambientais de trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança. O PPP contemplará, inclusive, informações pertinentes aos formulários acima, os quais deixarão de ter eficácia.

      A empresa (ou equiparada à empresa) deverá elaborar PPP de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e cooperados expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, considerados para fins de concessão de aposentadoria especial. E ainda, para fins de concessão de benefícios por incapacidade, a partir de 1º de janeiro de 2004, a Perícia Médica do INSS poderá solicitar o PPP à empresa, com vistas à fundamentação do reconhecimento técnico do nexo causal e para avaliação de potencial laborativo, objetivando o processo de reabilitação profissional.

      A exigência da apresentação do LTCAT será dispensada a partir de 1º de janeiro de 2004, data da vigência do PPP, devendo, entretanto, permanecer na empresa à disposição da Previdência Social.

      Entretanto, para períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, será aceito o DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030), desde que emitido até essa data.

      Quando o PPP for apresentado contemplando períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, não é necessária a apresentação do DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030).

      A MasterMed elabora o PPP no sistema de Gestão Ocupacional.

  • Laudos
    • Laudo Ergonômico / AET – Análise Ergonômica do Trabalho

      A segurança do trabalho trabalha com muitos documentos necessários para o pleno funcionamento de uma organização e um desses documentos que garante um ambiente de trabalho seguro e saudável é o Laudo Ergonômico.

      O Laudo Ergonômico é um documento que atesta as condições ergonômicas de determinadas atividade específicas da empresa. Ele visa estabelecer parâmetros para a adaptação das condições de trabalho, permitindo documentar e sistematizar a realização de um procedimento específico, garantindo segurança jurídica e operacional à empresa. É também um poderoso instrumento de controle de segurança, saúde e bem-estar laboral.

      A Norma Regulamentadora 17, NR 17 ou norma da ergonomia, orienta como elaborar o Laudo ergonômico/AET – Análise Ergonômica do Trabalho.

      Para elaboração do laudo ergonômico/AET, é exigido que o profissional possua especialização e habilitação em ergonomia, sendo habilitado para tal, somente os profissionais médicos do trabalho, educadores físicos e fisioterapeutas.

      LTCAT

      Regulamentado pela Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, o LTCAT discrimina, de forma conclusiva, quais são os agentes a que o trabalhador está exposto. Seu objetivo é apenas informar para a Previdência Social se há a possibilidade de aposentadoria especial, de acordo com a seguinte classificação: Químicos, Físicos e. Biológicos.

      Ele é um documento obrigatório a todas as empresas, por se tratar de um documento que rege a aposentadoria dos trabalhadores.

      Somente os médicos do trabalho e engenheiros de segurança estão devidamente autorizados a assinar o LTCAT, sendo necessário que esses profissionais estejam devidamente credenciados em seus respectivos conselhos de classe.

      Não há um prazo de validade para o LTCAT, porém ele deve ser revisado sempre que houver qualquer modificação no ambiente de trabalho ou nas atividades da empresa. De acordo com a instrução normativa INSS/PRES nº 45, a atualização deve ser feita nos seguintes casos: mudança de layout, substituição de máquinas ou de equipamentos, adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva, alcance dos níveis de ação estabelecidos no subitem 9.3.6 da NR-09, aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, do MTE, se aplicável.

      LAUDO DE INSALUBRIDADE

      O Laudo de Insalubridade é o documento técnico legal que estabelece se os empregados da empresa têm ou não direito ao recebimento do adicional de insalubridade (10%, 20% ou 40% do salário-mínimo), em virtude da exposição a agentes físicos, químicos e/ou biológicos, considerando os limites de tolerâncias estabelecidos pelas legislações e as proteções fornecidas pela empresa.

      Após a visita de um profissional habilitado da SSO, sua empresa receberá um documento, contendo as conclusões em relação à exposição dos trabalhadores aos agentes nocivos (causadores da insalubridade), bem como, alternativas técnicas para evitar o pagamento dos adicionais de insalubridade, quando for o caso.

      LAUDO DE PERICULOSIDADE

      A Norma Regulamentadora 16 (NR-16) preconiza no item16.3que é de responsabilidade do empregador a caracterização ou a descaracterização da periculosidade. A caracterização é possível somente através da emissão laudo técnico elaborado por Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, como descritos nos termos do artigo 195 da CLT.

      Para realização do laudo, serão realizadas as seguintes etapas:

      • Identificação dos ambientes de trabalho e operações, inerentes à função avaliada;
      • Identificação de atividades classificadas como potencialmente geradoras de enquadramento para Periculosidade, nos termos da NR-16 da Portaria 3.214/78 do MTE;
      • Identificação de possíveis ÁREAS DE RISCO, geradas pelas operações onde as atividades potencialmente geradoras de enquadramento para Periculosidade são desenvolvidas;
  • Mapa de Risco
    • O Diário Oficial da União de 20 de agosto de 1992 publicou uma portaria do Departamento Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (DNSST) implantando a obrigatoriedade da elaboração de mapas de riscos pelas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAS) nas empresas. Essa portaria entrou em vigor em dezembro último. O mapa é um levantamento dos pontos de risco nos diferentes setores das empresas.

      Trata-se de identificar situações e locais potencialmente perigosos. A partir de uma planta baixa de cada seção são levantados todos os tipos de riscos, classificando-os por grau de perigo: pequeno, médio e grande. Estes tipos são agrupados em cinco grupos classificados pelas cores vermelho, verde, marrom, amarelo e azul. Cada grupo corresponde a um tipo de agente: químico, físico, biológico, ergonômico e mecânico. A idéia é que os funcionários de uma seção façam a seleção apontando aos cipeiros os principais problemas da respectiva unidade. Na planta da seção, exatamente no local onde se encontra o risco (uma máquina, por exemplo) deve ser colocado o círculo no tamanho avaliado pela CIPA e na cor correspondente ao grau de risco.

      O mapa deve ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores sobre os perigos existentes naquela área. Os riscos serão simbolizados por círculos de três tamanhos distintos: pequeno, com diâmetro de 2,5 cm; médio, com diâmetro de 5 cm; e grande, com diâmetro de 10 cm.

      A empresa receberá o levantamento e terá 30 dias para analisar e negociar com os membros da CIPA ou do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), se houver, prazos para providenciar as alterações propostas. Caso estes prazos sejam descumpridos, a CIPA deverá comunicar a Delegacia Regional do Trabalho.

      Leia NR5

  • Treinamentos e Palestras
    • Palestras de IST (infecções sexualmente transmissíveis) ou DST (doenças sexualmente transmissíveis);

      Palestra Segurança aplicada na utilização do celular;

      Palestra sobre acidente Doméstico;

      Palestra sobre Responsabilidade Sócio Ambiental;

      Treinamento de Ordem de Serviço – NR-01

      Treinamento de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e/ou Designado de CIPA – NR-05;

      Treinamento do uso de EPI – NR-06;

      Ensaio de vedação - NR-06;

      Treinamento de Eletricidade – Básico, Reciclagem ou SEP – NR-10;

      Treinamento de Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos – NR-12;

      Treinamento de Operação de Caldeiras e Vasos de Pressão – NR-13;

      Treinamento de Ergonomia – NR-17;

      Treinamento das Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – NR-18;

      Treinamento de Inflamáveis e Combustíveis- NR-20;

      Noções de Primeiros Socorros –NR-23;

      Treinamento de Brigada de Incêndio – NR23 e NBR 14276;

      Treinamento de Espaço Confinado– NR-33;

      Treinamento de Trabalho em Altura – NR-35;

  • PCA - Programação de Conservação Auditiva
    • O PCA é um programa de ação interdisciplinar com o objetivo de controlar o ruído, prevenindo danos auditivos, dentro e fora da empresa, uma vez que ficando mais conscientes do efeito do ruído, o trabalhador procurará evitá-lo também no seu lar e lazer.

      O PCA apresenta etapas básicas que englobam:

      • - Mapeamento ambiental;
      • - Medidas de controle de ruído;
      • - Educação e conscientização do trabalhador;
      • - Gerenciamento audiométrico (audimetria);
      • - Follow-up (acompanhamento).

      É fundamental o envolvimento dos profissionais das áreas de saúde, segurança do trabalho, gerência operacional, departamento de recursos humanos e principalmente, dos trabalhadores.

      Como todos os programas, o PCA deverá ser encarado de uma maneira séria e contínua, pois a responsabilidade dos profissionais será cobrada e os danos à saúde do trabalhador (perda auditiva) tem caráter irreversível.

  • PPR - Programa de Proteção Respiratório
    • O Programa de Proteção Respiratória - PPR - conforme Instrução da Normativa Portaria 3214/78 do MTE, serve para que o empresário tenha certeza de que o seu funcionário está saudável hoje e que continuará.

      Este programa é obrigatório para as empresas em que tenham trabalhadores no ambiente em que haja material em suspensão (aerodispersóides) e considerados prejudiciais a saúde.

      Qual o objetivo?

      O objetivo é manter o controle correto do uso de protetores das vias aéreas (respiratórias) dos funcionários envolvidos em ambientes contendo elementos em suspensão (aerodispesóides, névoas, fumos, radionuclídios, neblina, fumaça, vapores, gases) que provoquem danos as vias aéreas (pulmão, traqueia, fossas nasais e faringe).

      Responsabilidades

      O administrador da empresa é o principal responsável por tudo que ocorrer dentro da mesma, seja por culpa, dolo, imprudência ou negligência.

      O Engenheiro do Trabalho e Médico do Trabalho são os responsáveis pela implantação e o acompanhamento das atividades.

  • Programa de Qualidade de Vida
    • É um programa abrangendo as condições de saúde física e mental do funcionário dentro e fora do ambiente de trabalho.

      Através de questionário é desenvolvido um perfil da população da empresa e posteriormente estabelecidas as intervenções a serem adotadas. Este trabalho poderá contemplar programas específicos com palestras sobre os seguintes temas:

      • - Stress;
      • - Atividade física X Sedentarismo;
      • - Hábitos alimentares;
      • - Alcoolismo;
      • - Doenças sexualmente transmissíveis;
      • - Drogas;
      • - Doenças cardiovasculares;
      • - Tabagismo
  • Terceirização SESMT
    • Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho SESMT, fazem parte do mercado de trabalho.

      Algumas empresas utilizam a terceirização de SESMT que além de reduzir os gastos, centraliza todas as demandas do segmento em uma empresa especialista, como a MASTERMED. Essa ação ajuda o RH da empresa a trabalhar em outros projetos e transfere a responsabilidade de gerir o assunto para uma empresa do setor de engenharia de segurança com expertise no assunto.

      O SESMT com base nas exigências preconizadas na Norma Regulamentadora 04 (NR-4) visa trazer qualidade de vida para o ambiente de trabalho, promovendo a saúde e protegendo a integridade física dos colaboradores através de mapeamento de saúde e uso de indicadores, além de trabalhar para evitar acidentes de trabalho.

  • Implantação e Coordenação de Ambulatório Médico
    • As médias e as grandes empresas estão optando em ter em seu espaço físico ambulatórios médicos próprios.

      Esta tendência visa facilitar ao funcionário um atendimento no próprio local de trabalho, não só em casos de acidente mas também para solução de possíveis agravos à sua saúde.

      Esta comodidade é favorável não somente ao empregado, como também à própria empresa, que com isso diminui o seu absenteísmo.

      Estima-se que 80% dos problemas de saúde poderão ser solucionados sem que haja necessidade do deslocamento do funcionário a médicos particulares, convênios ou SUS.

      A MasterMed dispõe deste serviço de terceirização de profissionais médicos e paramédicos (enfermagem), contando com experiência adquirida em várias empresas.

  • Gestão de SMS e Responsabilidade Social para empresas com Políticas Internas Próprias
    • A MasterMed realiza a Gestão de SMS no cumprimento as exigências das Normas Regulamentadoras, de acordo com a Lei 6.514, visando atender aos protocolos de determinados clientes padronizados por politicas internas de grandes corporações, dando suporte as empresas que fornecem seus serviços a essas companhias, com objetivo de promover a saúde e a segurança no ambiente de trabalho.

  • Sistema Gerencial (via web) de Gestão em Saúde
    • A MasterMed sempre investindo em sua empresa utiliza ferramentas para gerenciar, controlar e elevar o nível da sua Gestão em Saúde Ocupacional, através do sistema SOC.

  • eSocial
    • O eSocial é um projeto do governo Federal que envolve a Receita Federal, o Ministério do Trabalho, o INSS e a Caixa Econômica Federal.

      A centralização das informações trará ganhos para quem envia, tanto quanto para a fiscalização.

      Para o governo a entrega única facilitará a busca de irregularidades, tais como, prazos desrespeitados, erros de cálculos e declarações inconsistentes.

      Será exercido também um maior controle sobre a SAÚDE e SEGURANÇA do trabalhador, como afastamentos e doenças do trabalho, que deverão ser informados em um curto espaço de tempo, quando a empresa tomar conhecimento dos fatos.

      As empresas tem que estar atentas para cumprir os prazos exigidos, sob risco de multa pela falta de comunicação no prazo adequado.

  • Assistência Técnica em Perícia Médica
    • Na possibilidade de determinação de perícia médica pelo juiz em ações trabalhistas ou cíveis, o juiz nomeia um perito assistente técnico para ambas as partes (AUTOR e REU).

      Para o acompanhamento do ato pericial, bem como da emissão de laudo pericial e demais considerações científicas. A MASTERMED oferece o serviço de assistente técnico com atuação na cidade do Rio de Janeiro, prestando assessoria técnica desde o início do processo judicial até seu final.

      A empresa CONTRATANTE receberá todas as orientações necessárias, desde a formulação dos quesitos até as considerações finais em possíveis impugnações ao laudo oficial.

  • Avaliações Quantitativas
    • A saúde do trabalhador e os riscos inerentes ao ambiente de trabalho são um desafio para as empesas que estão preocupadas em estabelecer segurança e de vida aos seus colaboradores.

      Existem mecanismos que visam à avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais, possibilitando a identificação dos riscos químicos e físicos ao colaborador, como por exemplo, o ruído, o calor ou até a vibração que, em alguma medida, podem afetar a integridade do colaborador, tanto do ponto de vista mental quanto físico, levando ao aparecimento de doenças e ou causando desconfortos, podendo trazer problemas a saúde do colaborador, mas também para produtividade da empresa.

      Para realizar este tipo de avaliação existem instrumentos diversos como o luxímetro (que mede a iluminação do ambiente), o anemômetro (que mede a velocidade e direção do vento), o higrômetro (usado para mensurar a umidade relativa do ar) e o decibelímetro (utilizado fim de medir a intensidade dos ruídos em um determinado ambiente).

      É importante salientar que existem riscos que devem ser observados em qualquer medição da área de segurança do trabalho, que destacamos:

      • Risco ergonômico, que basicamente é determinado pela forma com que a tarefa é executada pelos colaboradores, ou seja, postura incorreta, esforço físico elevado, jornadas prolongadas, repetitividade são algumas variáveis que podem influenciar de forma negativa a saúde e a produtividade do colaborador;
      • Riscos de acidentes, que são basicamente determinados pelo layout do ambiente de trabalho, assim como o armazenamento de produtos, iluminação, as instalações de infraestrutura (como fiação elétrica, encanamento, extintores de incêndio).
      • Riscos físicos, que são caracterizados pela temperatura, ruídos, vibrações, umidade e níveis de pressão.
      • Riscos biológicos destaca-se pela exposição a fungos, parasitas, protozoários, bactérias, enfim, micro-organismos diversos.
      • Riscos químicos, que envolvem fatores que vão desde a exposição à poeira ou vapores químicos, até a explosão de gases.

      Salientamos que as avaliações oferecem subsídios para a elaboração de laudos técnicos que descrevam às exposições ocupacionais aos quais os colaboradores estão sujeitos.

      As medições das avaliações é uma ação importante, pois através dela as empresas criam estratégias a fim de diminuir o risco existente dentro do local de trabalho. Ele é um caminho importante e assertivo, visto que através delas, por exemplo, as empresas conseguem realizar a escolha dos EPI´s mais adequados a atividade laboral.

  • PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos
    • O PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) é um documento ainda pouco conhecido, ele faz parte das novas exigências da última alteração da Norma Regulamentadora – NR 18 da Portaria 3.214/78.

      Muitas empresas no Brasil, ainda desconhecem a necessidade desse novo programa, gerando muitas dúvidas sobre o tema.

      As empresas deverão identificar os riscos e perigos, eliminar os riscos, elaborar, implementar e manter atualizado o documento dentro do prazo estabelecido em lei.

      Visando uma maior tranquilidade aos nossos clientes, disponibilizamos toda a orientação necessária e monitoramento dos prazos de atualização do PGR.

  • GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
    • o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é uma série de ações e não um programa, mas precisa de um programa para manter a estrutura da empresa organizada que é o PGR.

      No dia 9 de Março de 2020 foi sancionado anova versão da Norma Regulamentadora 01. A norma entrará em vigor em 10 de Março de 2021.

      Com a nova NR 1 vieram algumas dúvidas, muito disso em razão de a norma ser densa, contendo várias ações.

      A NR01 diz que o gerenciamento de riscos ocupacionais deve ser utilizado para fins de prevenção e gerenciamento dos riscos ocupacionais.

      Já em relação ao adicional de insalubridade ou periculosidade, o item 1.5.2 da norma orienta que sejam utilizadas as NRs 15 e 16 respectivamente, para aposentadoria especial a empresa deve utilizar o anexo 4 do Decreto 3048 e as normas relacionadas.

      A parte da NR 1 reservada ao GRO também aborda outros itens como: Critérios para o PRG, inventários de Riscos da empresa, ligações do PGR com outros programas e documentos SST;

      O GRO permite que empresa e seus gestores identifiquem, de forma simples e eficaz, possíveis ameaças e riscos para a saúde física ou psicológica de todos os seus colaboradores.

      Trata-se de uma norma que é uma estrutura básica para orientar as empresas para atuar no mapeamento do risco.

  • Assistência Técnica / Pericia Trabalhista
    • Na possibilidade de determinação de perícia médica pelo juiz em ações trabalhistas ou cíveis, o juiz nomeia um perito assistente técnico para ambas as partes (AUTOR e REU).

      Para o acompanhamento do ato pericial, bem como da emissão de laudo pericial e demais considerações científicas. A MASTERMED oferece o serviço de assistente técnico com atuação na cidade do Rio de Janeiro, prestando assessoria técnica desde o início do processo judicial até seu final.

      A empresa CONTRATANTE receberá todas as orientações necessárias, desde a formulação dos quesitos até as considerações finais em possíveis impugnações ao laudo oficial.

  • CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (NR 5)
    • As empresas públicas e privadas são obrigadas a organizar e manter um funcionamento, por estabelecimento, uma COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA). A CIPA tem como objetivo observar e relatar condições de risco no trabalho e solicitar medidas para reduzi-los ou elimina-los, discutir acidentes ocorridos, encaminhar aso empregador o resultado da discussão. A CIPA será composta de representantes do EMPREGADOR e EMPREGADOS, de acordo com o número de funcionários da empresa.

      Leia a NR5

  • Análise Ergonômica (NR 17)
    • A análise ergonômica visa estabelecer parâmetros, que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de CONFORTO, SEGURANÇA e DESEMPENHO EFICIENTE em suas atividades. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao MOBILIÁRIO, ESFORÇOS REPETITIVOS, TRANSPORTE E DESCARGO DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, CONDIÇÕES AMBIENTAIS e a PRÓPRIA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO.

      Leia NR17

  • Laudo de Insalubridade
    • O Laudo de Insalubridade é elaborado de acordo com os critérios técnicos estabelecidos nos anexos da Norma Regulamentadora NR-15 do Ministério do Trabalho e Emprego e tem por objetivo a caracterização ou não do direito de percepção do adicional da insalubridade, os levantamentos ambientais também permitem identificar e controlar eventuais riscos, de forma que a insalubridade possa ser "neutralizada" (cessando o pagamento do direito).

      Leia NR15

  • Laudo Técnico de Avaliação de Periculosidade
    • O Laudo de Periculosidade é elaborado de acordos com os critérios técnicos estabelecidos nos anexos da Norma Regulamentadora NR-16 do Ministério do Trabalho e Emprego (inflamáveis, explosivos e radiações ionizantes).

      O referido laudo tem por objetivo analisar as atividades desenvolvidas nas empresas, que de maneira direta ou indireta tenham envolvimento e contato com explosivos, líquidos e gases inflamáveis, radiações ionizantes e eletricidade, avaliando se as mesmas são passíveis de gerar o direito ao recebimento do Adicional de Periculosidade.

      O Laudo de Periculosidade possibilta o estabelecimento de planos de ação preventivos e corretivos, visando à eliminação e/ou controle das situações de risco identificados nas empresas, de forma a evitar ou minimizar os efeitos de um possível passivo trabalhista.

      Leia NR16

  • NR10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
    • Esta Norma Regulamentadora (NR) estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

      Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

      Leia NR10

  • Gestão de SMS e Responsabilidade Social para fornecedores da Petrobrás
    • A MasterMed realiza a Gestão de SMS no cumprimento as exigencias das Normas Regulamentadoras, de acordo com a Lei 6.514 e atendendo aos protocolos determinados e padronizados pela Petrobras e outras grandes corporações, dando suporte as empresas que fornecem seus serviços a essas companhias, com objetivo de promover a saúde e a segurança no ambiente de trabalho.

  • PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos
    • O PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) é um documento ainda pouco conhecido, ele faz parte das novas exigências da última alteração da Norma Regulamentadora – NR 18 da Portaria 3.214/78.

      Muitas empresas no Brasil, ainda desconhecem a necessidade desse novo programa, gerando muitas dúvidas sobre o tema.

      As empresas deverão identificar os riscos e perigos, eliminar, elaborar, implementar e manter atualizado o documento dentro do prazo estabelecido em lei.

      Visando uma maior tranquilidade aos nossos clientes, disponibilizamos toda a orientação necessária e monitoramento dos prazos de atualização do PGR.


Whatsapp MasterMed Whatsapp MasterMed